Como educadora sinto-me na responsabilidade de proporcionar aos meus
alunos a apropriação de conhecimentos e práticas que leve-os mais tarde a lutar
pela emancipação humana, todavia é preciso alguns requisitos essenciais como: “o conhecimento
– o mais profundo e sólido possível da natureza do fim que se pretende atingir;
compreensão
da situação do mundo atual, da profunda lógica que reside na sociabilidade do
capital e suas crises; A educação, é preciso o conhecimento
da natureza do campo especifico da educação, não pode ser qualquer conhecimento
referente à educação, tem que ser um conhecimento ontológico; Domínio
dos conteúdos em cada área do saber, pois seria quase que inútil um educador
com uma posição política voltada para as classes populares, sem a apropriação
dos mais avançados saberes e técnicas, porém, também articulados com a prática
social; Articulação da atividade educativa com as lutas desenvolvidas
pelas classes mais prejudicadas que são as classes subalternas.
Até nos encontramos plenamente livres desfrutaremos;
FAZ
ESCURO, MAS EU CANTO
Faz
escuro, mas eu canto,
porque
a manhã vai chegar.
Vem
ver comigo, companheiro,
a
cor do mundo mudar.
Vale a pena não dormir para esperar
a cor do mundo mudar.
Já
é madrugada,
vem
o sol, quero alegria,
que
é para esquecer o que eu sofria.
Quem sofre fica acordado
defendendo o coração.
Vamos juntos, multidão,
trabalhar pela alegria,
amanhã é um novo dia.
(“Faz
escuro, mas eu canto”. Thiago de Mello, 1966)

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