terça-feira, 14 de agosto de 2012



Como educadora sinto-me na responsabilidade de proporcionar aos meus alunos a apropriação de conhecimentos e práticas que leve-os mais tarde a lutar pela emancipação humana, todavia é preciso alguns  requisitos essenciais como: “o conhecimento – o mais profundo e sólido possível da natureza do fim que se pretende atingir; compreensão da situação do mundo atual, da profunda lógica que reside na sociabilidade do capital e suas crises; A educação, é preciso o conhecimento da natureza do campo especifico da educação, não pode ser qualquer conhecimento referente à educação, tem que ser um conhecimento ontológico; Domínio dos conteúdos em cada área do saber, pois seria quase que inútil um educador com uma posição política voltada para as classes populares, sem a apropriação dos mais avançados saberes e técnicas, porém, também articulados com a prática social; Articulação da atividade educativa com as lutas desenvolvidas pelas classes mais prejudicadas que são as classes subalternas.

Até nos encontramos plenamente livres desfrutaremos;



FAZ ESCURO, MAS EU CANTO

  Faz escuro, mas eu canto,

porque a manhã vai chegar.

Vem ver comigo, companheiro,

a cor do mundo mudar.

          Vale a pena não dormir para esperar

           a cor do mundo mudar.

Já é madrugada,

vem o sol, quero alegria,

que é para esquecer o que eu sofria.

          Quem sofre fica acordado

            defendendo o coração.

             Vamos juntos, multidão,

               trabalhar pela alegria,

               amanhã é um novo dia.



(“Faz escuro, mas eu canto”. Thiago de Mello, 1966)

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